sexta-feira, 8 de outubro de 2010

SÉRGIO BEZERRA MARINH

Natural L de Nova Cruz-RN, nascido a 30 de julho de 1903 e faleceu no Rio de Janeiro a 7 de outubro de 1993. Filho de Felix José Marinho e de Maria Justa Bezerra. Casou-se em 2 de outubro de 1934, em Petrópolis-RN, com a senhorita Ruth Bezerra Marinho. Em 1954 foi eleito suplente do Senador José Georgino Avelino pela coligação PDS, UDN e PSP, assumindo a cadeira no Senado no período de 1959/63, tendo em vista o falecimento do titular ocorrida em 2 de abril de 1959

DEOCLÉCIO DANTAS DUARTE


Dioclécio Dantas Duarte nasceu em Natal a 16 de outubro de 1894. Bacharel em direito pela Faculdade de Direito de Recife, turma de 1917, orador da turma, jornalista político, Secretário de Agricultura no Estado, Secretário Geral do Estado, no governo de Georgino Avelino (15/8/1945 a 19/10/1945)deputado federal em várias legislaturas. Interventor Federal Interino, no período de 19 de outubro de 1945 a 17 de novembro de 1945, recebendo de Georgino Avelino e passando para Miguel Seabra Fagundes; cônsul do Brasil em Bremem-Alemanha. Presidente do Instituto do Sal, do Banco Aliança do Rio de Janeiro, americanista, municipalista, animador do movimento cooperativista no Estado, orador brilhante. Recebeu a Legião de Honra das mãos do presidente Auriol, em Paris, possuindo ainda condecoração da Venezuela, Paraguai e do Brasil. Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras, cadeira nº 17. Faleceu no Rio de Janeiro a 22 de dezembro de 1975.

DEOCLÉCIO DANTAS DUARTE – 19/10/1945 – 17/11/1945 – Não foi nomeado Interventor pelo Presidente da república, porém, governou o Estado por 28 dias, na condição de Secretário Geral

LELIO AUGUSTO SOARES DA CÂMARA

LELIO AUGUSTO SOARES DA CÂMARA, natural de Natal, filho de João Carlos Soares da Câmara e d. Geracina Leonila Soares da Câmara. Bacharel pela Faculdade de Direito de Recife. 2º Oficial da SECRETARIA DO Governo (1913), 1º Oficial (1912/19) e Diretor da Secretaria em 1930. Redator-secretário da “A REPÚBLICA”, de 1925 a 1927. Oficial de Gabinete do Governador em comissão de 1924 a 1927. A partir de fevereiro de 1931 exerceu em todos os governos e em diversos períodos, como substituto ou por vacância do cargo, as funções de Secretário Geral do Estado e Secretário do Interior e Justiça

OSCAR HOMEM SIQUEIRA

OSCAR HOMEM SIQUEIRA natural de Pedro Velho-RN, nascido a 27 de junho de 1900 e faeleceu em 6 de agosto de 1967. Filho do desembargador Joaquim Homem de Siqueira Cavalcanti e de Fidadélfia de Siqueira Cavalcanti. Diplomado pela Faculdade de Direito do Recife, ocupou os seguintes cargos, antes de ingressar na magistratura: Promotot Público da Comarca de Jardim do Seridó (1926/27), Caicó (1931), Chefe de Polícia (1936).

Em 28 de outubro de 1939, foi nomeado para o cargo de Juiz de Direito da Comarca de Acari, de 1ª Entrância. 13 anos depois, em 01 de outubro de 1952, foi promovido para a 4ª Vara de Natal, de 2ª Entrância. Em 01 de junho de 1959 foi promovido para a 3ª Entrância. Em 09 de janeiro de 1961, foi promovido ao cargo de desembragador, na vaga da aposentadoria do Desembargador José Fernandes Vieira. Em 25 de dezembro de 1968 foi eleito Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e m 11 de dezembro de 1963, Presidente do TJ-RN

AMPHIOQUIO CARLOS SOARES DA CÂMARA,


Natural de Natal, nascido a 25 de outubro de 1889. Iniciou-se na vida pública como inspetor de Estado, percorrendo o Estado, na tarefa de implantar a Reforma do Ensino (Lei nº 409, de 1916). Bacharel pela Faculdade de Direito do recife, turma de 1921, desempenhou no Rio de Janeiro, de 1921 a fins de 1923, a comissão de delegado geral do Rio Grande do Norte junto à Exposição Internacional do Centenário. Em 1924, ainda na então gestão capital do país, representou o Estado no Museu Comercial e Agrícola do Ministério da Agricultura. Voltou a Natal, em 1925, para assumir o cargo de secretário Geral do Estado, para o qual fora nomeado pelo Governador José Augusto. Sob a sua direção, a Secretaria Geral sofreu ampla reforma, passando a ser “um modelo desorganização”;

Criado o Departamento de Estástica do Estado, foi encarregado da implantação e nomeado seu diretor (1927). Também exerceu em diversas fases da vida, os seguintes cargos, Inspetor de Ensino junto ao Ateneu Norte-Riograndense, Diretor da Imprensa Oficial do Estado e Diretor Geral do Departamento Geral do DEPARTAMENTO DE Educação (1933/35).

Como jornalista, teve destacada atuação em Natal. Fundou e dirigiu “A Semana” (1915), Notícias (1912/25) e colaborou em ‘O Dia”, “O Tempo”, “Jornal daManhã” “A Imprensa” e a “A República”.

Intelectual dedicado ao estudo da geografia, da estástica e ciências afins. Ele deixou trabalhos de pesquisa e divulgação, que valeu como documentário sobre o Rio Grande do Norte, na segunda década do século XX. Faleceu em Natal, a 16 de junho de 1957.

29/06/1905 – Inauguração dos primeiros trechos de iluminação em Natal, realizada pela Empresa de melhoramentos de Natal, do grupo Vale Miranda & Domingos Barros. Antes dessa importante obra já se conhecia Luiz elétrica na cidade de Natal, não em ruas públicas: 12 de julho de 1892, a fábrica de tecidos de Jovino Barreto tivera lâmpadas elétricas.

JOSÉ MOREIRA BRANDÃO CASTELO BRANCO,


JOSÉ MOREIRA BRANDÃO CASTELO BRANCO, natural de Goianinha-RN, nascido a 4 de setembro de 1828 e faleceu e Natal no dia 16 de julho de 1895.

O Dr. Moreira Brandão foi um homem atuante e inteligente em todos os setores de sua vida.

Em tudo deixou marca definida e indelével de sua personalidade honesta e digna.

Foi jornalista, poeta, advogado e político. Patrono da cadeira nº 5, da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras.

Como jornalista, iniciou-se, ainda acadêmico, em Olinda, de cuja Faculdade de Direito saiu bacharel em 13 de novembro de 1849, recebera, posteriormente, elogios de Clóvis Beviláquia, notável jurisconsulto, professor, professor Ascendino de Almeida.

Poeta, o ramantismo que dominava à época, quando jovem, teve influência nos seus versos. Há bonita poesia de sua inspiração inicial, sob o título de “Belliza”, na qual se revela poeta amoroso.

Como advogado, Moreira Brandão é conceituado “sendo uma das glórias de nossa tribuna forense”.

Com capacidade intelectual e eloqüente brilhante absolvia os réus que defendia. Quase na sua totalidade. E por aí ele se revelava uma potencialidade corajosa.

Como político, foi a sua preocupação dominante. A sua política era orientada para o bem e o progresso de seu Estado. Ele foi Deputado Provincial e três Deputado Geral. Seu eleitorado predominava na Região Agreste Potiguar.

Foi Oficial Maior da Secretaria do Governo de Pernambuco. Causava impressão a organização de seus trabalhos, pela limpedez e ralidez de execução. O Presidente da província, conselheiro Honório Hermeto carneiro Leão, depois, Marquês do Paraná, encantado com a precisão e competência de Moreira Brandão convidou-o para seu Secretário, quando foi nomeado Embaixador do Brasil junto às Repúblicas do Prata. Moreira Brandão declinou do convite, dizendo “interessá-lo unicamente a sua Província”.

Em seu lugar, seguiu José Maria da Silva Paranhos, no futuro, o Barão Visconde do Rio Branco. Regressa a Natal, definitivamente. Em 1858 foi diretor da Instrução Pública.

Casou, com Ana Joaquina Moreira, tendo numerosa prole. Sua primeira filha, Maria Rosa, consorciou-se com seu primo, Professor João Tibúrcio da Cunha Pinheiro, notável pedagogo potiguar.

Moreira Brandão foi político que hasteou, no Rio Grande do Norte, a bandeira do Partido Liberal, em oposição às antigas dominações partidárias.

No governo republicano do Dr. Pedro Velho de Albuquerque Maranhão, o Dr. Moreira Brandão integrava a lista para seus auxiliares diretos. Foi Diretor da Instrução Pública, por ato de 23 de junho de 1891.

Como Deputado, presidiu a Assembléia em 1864-65, 88 e 1889.

Foi o último Presidente do Legislativo Estadual, quando se deu a Proclamação da República.

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